Como organizar a gestão financeira do seu escritório de arquitetura?

Precisando de algumas dicas para organizar a gestão financeira do seu escritório de arquitetura? A Near You pode ajudar você. 

Nesse conteúdo, separamos algumas dicas valiosas sobre gestão financeira. Confira com atenção cada dica, coloque tudo em prática e contribua para a organização financeira do seu escritório de arquitetura.

1.Separe as finanças do escritório de arquitetura e suas finanças pessoais

Separar as finanças pessoais das finanças empresariais é uma das regras básicas e mais importantes para organizar a gestão financeira do seu escritório de arquitetura.

Para manter o equilíbrio e o controle das finanças da empresa, é fundamental que o arquiteto e seus sócios não utilizem os recursos do escritório para o pagamento de despesas pessoais.

É preciso definir um pró-labore, ou seja, uma retirada mensal para o arquiteto, a ser depositada na sua conta pessoal como remuneração e para custeio das suas despesas pessoais.

Sendo assim, o arquiteto não deverá utilizar recursos do próprio caixa da empresa para pagar suas despesas como pessoa física.

Defina uma retirada mensal compatível com a capacidade de pagamento da empresa e saiba que essa deve ser a sua remuneração. Não faça outras retiradas ao longo do mês.

2.Controle as entradas e saídas

Controlar as entradas e saídas é o segundo passo ou dica quando o assunto é como organizar a gestão financeira do seu escritório de arquitetura.

Para manter as contas da empresa em dia, é preciso conhecer e registrar todas as entradas e saídas de recursos financeiros.

Ao manter um controle eficiente sobre as entradas e saídas, é possível conhecer de perto a saúde financeira do escritório e obter uma série de informações importantes para a gestão dos negócios, dentre elas:

  • Volume e evolução de receitas;
  • Volume e evolução de despesas;
  • Maiores custos e despesas;
  • Previsão de entradas e saídas no fluxo de caixa;
  • Posição do caixa e contas bancárias;
  • Despesas passíveis de redução;
  • Dentre outras informações e relatórios financeiros.

Com informações precisas à disposição, o arquiteto pode planejar e tomar decisões assertivas para manter as finanças em dia e investir no crescimento dos negócios.

3.Construa uma reserva de emergência

Como um bom gestor, o profissional de arquitetura deve reconhecer que todo e qualquer negócio está sujeito a alguns riscos que quando não previstos podem impactar a saúde financeira dos negócios, como por exemplo:

  • Redução no volume de projetos;
  • Atraso no pagamento por parte dos clientes;
  • Insuficiência não prevista de capital de giro;
  • Instabilidades econômicas e retração no mercado de construção civil.

Quando esses problemas surgem, as finanças do escritório de arquitetura acabam impactadas. 

Em situações como essas, muitos arquitetos recorrem a empréstimos como solução para manter as contas em dia. No entanto, devido às altas taxas de juros, essa não é a melhor alternativa.

O ideal é aproveitar os momentos de maior equilíbrio financeiro e lucratividade para separar parte dos lucros em uma reserva de emergência, aplicando os recursos em investimento de alta liquidez e segurança, como o CDB, por exemplo.

A reserva em questão será utilizada apenas em momentos de grande dificuldade financeira, funcionando como uma válvula de escape e segurança para os negócios.

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